Rosana Sarmento Brasileiro
A desnutrição energético-protéica (DEP) é frequentemente diagnosticada em pacientes portadores de câncer, devido a fatores direta ou indiretamente relacionados ao tumor, efeitos negativos da cirurgia, tratamento quimioterápico, ingestão alimentar inadequada, além do isolamento social e fatores psicológicos. A DEP é um estado mórbido secundário a uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais, que se manifesta clinicamente sendo detectado pela avaliação do estado nutricional. A avaliação do estado nutricional é de grande importância na prática clínica. É necessário que os serviços apliquem rotineiramente instrumentos sensíveis na identificação e nas alterações do estado nutricional.
Existem vários métodos para avaliar o estado nutricional, e um dos parâmetros mais utilizados é o índice de massa corporal (IMC). O IMC é uma medida de gordura corporal com base na altura e peso. É comumente utilizado na prática clínica para avaliar o estado nutricional, quer como uma ferramenta isolada ou como parte de uma ampla avaliação nutricional. Vários estudos têm demonstrado que o IMC é um indicador pouco sensível tanto em estudos de obesidade como de desnutrição. Apesar de ter algumas vantagens e ser utilizado na maioria dos estudos epidemiológicos como indicador do estado nutricional, devido à facilidade de mensuração e sua relação com morbidade e mortalidade, ele também tem limitações que devem ser reconhecidos. Estas limitações ocorrem quando o IMC é utilizado como uma ferramenta de rastreamento e também quando ela é usada para acompanhar os pacientes durante uma intervenção. O IMC não faz distinção entre massa gorda e massa magra, além de não avaliar a forma como a gordura esta distribuída. O IMC também não é um bom indicador para pacientes em risco de desnutrição, podendo mascarar a perda de massa muscular grave em pacientes com perda de peso significativa.
Atualmente não há nenhum método disponível que seja ao mesmo tempo sensível e específico o suficiente para detectar a desnutrição. Por isso, a avaliação nutricional deve ser baseada no conjunto de informações obtidas do paciente incluindo inquérito alimentar, exame físico, antropometria e exames bioquímicos, para que a terapia nutricional seja adequada às necessidades do paciente a fim de manter, ou recuperar o estado nutricional e evitar a instalação, ou progressão da desnutrição. Estes procedimentos permitem intervenções nutricionais mais precoces.
A desnutrição energético-protéica (DEP) é frequentemente diagnosticada em pacientes portadores de câncer, devido a fatores direta ou indiretamente relacionados ao tumor, efeitos negativos da cirurgia, tratamento quimioterápico, ingestão alimentar inadequada, além do isolamento social e fatores psicológicos. A DEP é um estado mórbido secundário a uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais, que se manifesta clinicamente sendo detectado pela avaliação do estado nutricional. A avaliação do estado nutricional é de grande importância na prática clínica. É necessário que os serviços apliquem rotineiramente instrumentos sensíveis na identificação e nas alterações do estado nutricional.
Existem vários métodos para avaliar o estado nutricional, e um dos parâmetros mais utilizados é o índice de massa corporal (IMC). O IMC é uma medida de gordura corporal com base na altura e peso. É comumente utilizado na prática clínica para avaliar o estado nutricional, quer como uma ferramenta isolada ou como parte de uma ampla avaliação nutricional. Vários estudos têm demonstrado que o IMC é um indicador pouco sensível tanto em estudos de obesidade como de desnutrição. Apesar de ter algumas vantagens e ser utilizado na maioria dos estudos epidemiológicos como indicador do estado nutricional, devido à facilidade de mensuração e sua relação com morbidade e mortalidade, ele também tem limitações que devem ser reconhecidos. Estas limitações ocorrem quando o IMC é utilizado como uma ferramenta de rastreamento e também quando ela é usada para acompanhar os pacientes durante uma intervenção. O IMC não faz distinção entre massa gorda e massa magra, além de não avaliar a forma como a gordura esta distribuída. O IMC também não é um bom indicador para pacientes em risco de desnutrição, podendo mascarar a perda de massa muscular grave em pacientes com perda de peso significativa.
Atualmente não há nenhum método disponível que seja ao mesmo tempo sensível e específico o suficiente para detectar a desnutrição. Por isso, a avaliação nutricional deve ser baseada no conjunto de informações obtidas do paciente incluindo inquérito alimentar, exame físico, antropometria e exames bioquímicos, para que a terapia nutricional seja adequada às necessidades do paciente a fim de manter, ou recuperar o estado nutricional e evitar a instalação, ou progressão da desnutrição. Estes procedimentos permitem intervenções nutricionais mais precoces.
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